ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

ANO NOVO, NOVA DISPOSIÇÃO PARA O ESTUDO DA EBD



SAUDAÇÕES EM CRISTO meus caros estudantes da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus e demais denominações que utilizam as Lições Bíblicas CPAD (Jovens e Adultos). Nesse primeiro trimestre estaremos estudando em nossas igrejas com base no livro de Hebreus A Supremacia de Cristo - fé, esperança e ânimo, sem dúvida, uma instigante jornada desde o Antigo Testamento até o nosso tempo da graça.  

Que Deus nos conceda força e ânimo para enveredarmos pelo fascinante deslumbramento das Escrituras nesse trimestre!


À guisa de introdução, conquanto Deus tenha falado aos pais pelos profetas, agora falou por intermédio de seu Filho. O prólogo afirma o caráter distintivo do Filho. Ele é antes da história, está na história, é superior à história, é a meta da história. Compartilha a essência da Deidade e irradia a glória da Deidade. Ele é a suprema revelação de Deus (1:1-3). 
A passagem seguinte (1:4-14) declara de forma inequívoca a preeminência de Cristo. Ele é superior aos anjos. Estes ajudam os que serão herdeiros da salvação. Cristo, em virtude de sua identidade, de sua nomeação divina e do quer realizou, ergue-se por cima deles. Quão trágico é descuidar a grande salvação que ele proclama. 

Ele cumprirá a promessa feita ao homem de que todas as coisas estarão harmoniosamente sujeitas ao homem. Pode fazê-lo, porque é verdadeiro homem e realizou a expiação pelos pecados. É superior a Moisés. Moisés era servo entre o povo de Deus. Cristo é um Filho que está sobre o povo de Deus. Quão trágico é deixar de confiar nele! Por causa da incredulidade, uma geração toda de israelitas não entrou na terra de Canaã. 

Os crentes são advertidos contra tal incredulidade. Acentua-se tanto a fé como o fervor para se entrar no eterno descanso de Deus. O evangelho de Deus e o próprio Deus esquadrinham o homem. 

O saderdócio de Cristo é também desenvolvido por comparação (4:14 - 10:18). Os requisitos, as condições e as experiências do sacerdócio arônico se enumeram em comparação com Cristo como sacerdorte. Antes de desenvolver com maior amplitude este assunto, o escritor adverte os leitores sobre sua falta de preparação para um ensino mais avançado. 

Somente a sincera diligência nas coisas de Deus os tirará da imaturidade. Cristo, como sacerdote, à semelhança de Melquizedeque, é superior ao sacerdócio levítico, uma vez que sua vida é indestrutível; foi a um tempo sacerdote e sacrifício; seu sacerdócio é eterno. 

Seu santuário está no céu e seu sangue estabelece a validez do novo concerto que é igualmente eterno. 
A perseverança dos crentes nasce da comunhão com Deus, da atividade em favor de Deus, da fé nele e da consciência do que o espera (10:19 - 12:29). 

A cruz como altar cristão e a ressurreição do Grande Pastor são as bases para a ação divina. Estes acontecimentos históricos e redentores estimulam o crente à ação (13:1-25). 

Não se menciona o nome do autor. Com exceção da epístola aos Hebreus e da primeira epístola de João, todas as demais epístolas do Novo Testamento designam seu autor, seja pelo nome, seja pelo título. 

Desde o primeiro século, o problema da autoria da epístola aos Hebreus tem causado muita discussão. Várias são as respostas dadas pelos crentes da igreja primitiva. Na margem oriental do mar Mediterrâneo e perto de Alexandria atribui-se o livro a Paulo. Orígenes (anos 185-254 d.C.) considerava que os pensamentos do livro eram de Paulo, mas a linguagem e a composição pertencial a outrem. 

No norte da África, Tertuliano (155-225 d.C.) sustentava que Barnabé escreveu a epístola aos Hebreus. Embora a carta tenha sido conhecida primeiro em Roma e no Ocidente (I de Clemente, datada ao redor do ano 95 d.C. cita Hebreus com freqüência), a opinião unânime nesta região durante 200 anos foi que Paulo não escreveu a epístola aos Hebreus. Estes crentes da igreja primitiva não disseram quem, a seu ver, havia escrito a epístola. Simplesmente não o sabiam.

Em nossos dias os crentes não devem ser dogmáticos acerca de um assunto mantido em dúvida durante tanto tempo. Todavia, os estudiosos das Sagradas Escrituras devem estudar o livro de Hebreus. Um cuidadoso exame do texto grego diz-nos muitas coisas sobre o autor. O livro está escrito num grego brilhante, da pena de um escritor eloqüente. 

Não se parece, pois, com o estilo de Paulo. Com freqüência, o apóstolo Paulo segue o fio de um novo pensamento antes de haver finalizado o anterior. O escritor da epístola aos Hebreus nunca segue esse processo. O vocabulário, as figuras de dicção e de pensamento apontam a influência alexandrina e filônica (Filo, 20 a.C. a 50 ou 60 d.C.). 

Paulo não tem essa origem intelectual. O escritor da carta aos Hebreus cita o Antigo Testamento diferentemente de Paulo. Frases de Paulo "como está escrito", "a Escritura diz", "boas novas da vossa fé e amor" nunca se encontram na epístola aos Hebreus, embora o escritor cite com profusão o Antigo Testamento. 

Não sendo Paulo o autor, quem será? Apolo parece preencher as condições que se encontram no livro. Vinha de Alexandria. Era homem eloqüente e instruído. Era poderoso nas Escrituras Sagradas. As seguintes passagens do Novo Testamento falam-nos de Apolo: Atos 18:24-28; 19:1; I Coríntios 1:12, 3:4-6, 22; 4:6; 16:12; Tito 3:13. É provável que nunca venhamos a estar seguros do nome do autor; se, porém, lermos a epístola com cuidado, chegaremos a conhecê-lo. 

A data mais aceita para a escritura desta epístola oscila entre os anos 68 e 70 d.C. 

Fonte: A. Berkeley Mickelsen

Doutor em Filosofia e Letras

sábado, 8 de outubro de 2016

INTRODUÇÃO AO 4º TRIMESTRE DE 2016 O DEUS DE TODA PROVISÃO



"O Deus de toda Provisão - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises" é o título das Lições Bíblicas do 4º Trimestre deste ano de 2016, tendo como comentarista o veterano pastor e educador cristão Elienai Cabral.

Serão, durante esse período, treze temas que destacarão textos do antigo e novo testamentos analisando o fenômeno da crise em seus mais variados contextos, mas sobretudo, destacando as intervenções de Deus como o nosso provedor.

A palavra crise pode ter diversos significados e aplicações, desde "crise pessoal", atingindo o psicológico, o somático (corpo, no caso das doenças etc.) e o social (crise familiar, relacional etc.); "crise econômica", "crise institucional", "crise política".

A crise é própria do dinamismo da vida terrenal. O Patriarca Jó afirmou: "Mas o homem nasce para a tribulação, como as faíscas se levantam para voar", Jó 5:7; o Mestre dos mestres ensinou aos seus discípulos: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo", João 16:33; quanto àqueles que têm a fé segura em Deus, o apóstolo dos gentios sintetizou:  "[...] em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou", Romanos 8:37.

Pode-se falar também sobre crise moral e crise espiritual. A leitura bíblica em classe, nessa primeira lição "A Sobrevivência em Tempos de Crise" destaca o texto do profeta Habacuque, capítulo primeiro, versículos 1-17.

O profeta Habacuque viveu numa das épocas mais conturbadas da história de Israel. Homem de oração, de profunda comunhão com o Senhor, teve o privilégio de ver, com clareza o que estava ocorrendo e as consequências que adviriam de tanta desobediência e afastamento do Senhor.

De acordo com Alexandre Melhoranza (in Teologia com Qualidade, 2013), o problema em Habacuque gira basicamente em torno do mesmo tema de Jó. No final do livro que narra seu drama, Deus aparece para mostrar que a finitude humana não consegue dar respostas para todas as questões da vida; mas, Deus está presente em todos os momentos de dúvidas e aflição pelos quais a humanidade passa. Em Habacuque, a teofania do capítulo três tem a mesma função. Muito embora Habacuque não tivesse todas as respostas, a presença de Deus era suficiente para dar toda a confiança que o profeta precisava para aquele momento.

Habacuque 1:1: O peso que viu o profeta Habacuque.

Aqui a mensagem divina toma forma de uma revelação sobrenatural através de uma visão interna ou de audição do profeta. No livro de Hebreus, no capítulo primeiro, versículo 1 está escrito: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas[...], fica claro que Deus sempre falou e continua a falar de diversas maneiras. O peso da mensagem é sentida de tamanha gravidade que, para o profeta foi um fardo pesado. 

Habacuque 1:2 Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?

A Crise de Judá foi provocada pela quebra da aliança do povo em relação a Deus. O profeta toma para si a dor de clamar e protestar diante de uma aparente indiferença de Deus. "Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça", Isaías 59:2.

Habacuque 1:3 Por que razão me mostras a iniquidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio.

A crise espiritual, moral e ética produz os sintomas de  cansaço, desânimo, intrigas e desapontamentos. O profeta sofria com essa quadro de degradação de Judá.

Habacuque 1:4 Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida.

O resultado da violência e violações de direitos era o campear da injustiça. Quanto mais distante de Deus, a sociedade se atola na injustiça e no empobrecimento. 

Os demais versículos representam um resposta as primeiras indagações do profeta: Deus não está alheio aos acontecimentos. Seus olhos estão em todo o lugar. "Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos", Jó 34:21.

O juízo de Deus é certo sobre toda a impiedade. Com Judá não foi diferente. Ele suscitou uma nação poderosa para executar sua sentença. 

O texto em tela nos ensina que Deus sempre dará o escape para seus justos mesmo estando diante de uma sociedade moralmente comprometida com a impiedade. 



João B Nunes
Psicólogo e acadêmico de Direito.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

JESUS, A PLENITUDE DE DEUS



I. INTRODUÇÃO


Mais de dois mil anos se passaram e a figura extraordinária de Jesus continua exercendo grande influência na vida de centenas de milhares de pessoas de todas as nações. O que dEle se pode saber está nas Escrituras Sagradas, na Bíblia. Não obstante a torrente de postulações apresentadas pela crítica neotestamentária (não poucas dignas de crédito), a Bíblia, que resistiu a séculos, continua sendo a fonte principal e indispensável. 


Quem dizia ser por Ele mesmo: 1) "Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo." João 4:26; 2) "Eu sou o pão da vida." João 6:48; 3"E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo." João 8:23; 4) Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou." João 8:58; 5) "Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo." João 9:56) Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas", João 10:7 7) "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido." João 10:14; 8) "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; João 11:25; 9) Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. João 13:1311); 10)"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14:6; 12) "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador." João 15:1; 13) "Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro." Apocalipse 22:13. 

TRANSIÇÃO 

Apenas nestas 13 citações (todas registradas pelo discípulo amado, João, em fins do primeiro século), Jesus afirma ser não apenas um guia religioso com autoridade de profeta situado no contexto de Israel, mas o "Mestre e Senhor", que é ao mesmo tempo a "ressurreição e a vida". Mas, tudo poderia se resumir no plano terreal, se ele não tivesse abalado o mundo de então com a declaração de que "não é deste mundo" e que "antes do grande Patriarca Abraão" existisse, ele já existia.

II DESDOBRAMENTOS DAS AFIRMAÇÕES


"[...] para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome" João 20:31

2.1 O MESSIAS. Em João, no 4º capítulo, Jesus acalma o espírito cansado e aflito de uma mulher samaritana afirmando que o momento chegará em que os adoradores adoração ao Pai em espírito e em verdade [...] Mas ao ouvir a mulher lhe dizer: "Eu sei que o Messias que se chama o Cristo, vem... Jesus afirmou: "Eu o sou, eu que falo contigo!" (Cf.: João 4. 24-26). As implicações decorrentes dessa afirmação produzirão grandes abalos para a liderança judaica.

A palavra hebraica para messias é meshiha que quer dizer "ungido", lembrando o dito pelo profeta Isaías: "E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor", Isaías 11:2; "O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado. E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração", Isaías 61:1-4;

2.2 O PÃO DA VIDA. A fome é o sinal de que o corpo precisa atender uma necessidade essencial à vida: a saciação. Na hierarquia das necessidades essenciais, não há como deixar de se alimentar. Os filhos de Jacó, ouvindo que no Egito havia alimento partiram em busca, porque "a fome era gravíssima na terra" (Gênesis 43:1); os quatro leprosos foram forçados por esta necessidade, entre morrer de fome e ousar entrar na cidade ele tomaram uma decisão (2 Reis 7. 3-4). A fome no Antigo Testamento poderia ser encarada de diversas maneiras, porém, sempre relacionadas à mão de Deus. As inúmeras lições nas quais o povo de Deus tem sido partícipe, demonstraram que esse tipo de privação é um dos mais implacável. "Então ele se levantou, e foi a Sarepta; e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou, e lhe disse: Traze-me, peço-te, num vaso um pouco de água que beba. E, indo ela a trazê-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me agora também um bocado de pão na tua mão. Porém ela disse: Vive o Senhor teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos. E Elias lhe disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho", (1 Reis 17:10-13).
"Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR", (Amós 8:11).

"Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos", (Jeremias 15:16).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BÍBLIA SAGRADA. Versão Almeida Revisada Corrigida Fiel. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/  Consultada em 21/01; 07/03/2014.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

CUIDADO! MENSAGENS POR E-MAILS DE "COMPRAS APROVADAS" PODEM SER UMA AMARDILHA FATAL



Fim de ano se aproximando, compras no mercado começando a aumentar, movimentação com cartões de crédito... É aqui que se processa um intenso trabalho de ¹"spam" ou espaniamento do Cracker, indíviduo que se 'especializa' no ramo criminoso de invadir sistemas, quebrar códigos e senhas, criar formas de indução ao erro através, principalmente, de e-mails falsos onde a "vítima" se sente compelida emocionamente a "clicar" exatamente no link preparado para capturar informações a partir das quais será possível movimentações bancárias ilegais, compras diversas envolvendo valores variados.

Quais são os alvos dos crackers? 


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1. Spam: esse termo é comumente usado para significar Sending and Posting Advertisement in Mass, ou "enviar e postar publicidade em massa". É o meio privilegiado dos cyber-bandidos fisgar suas vítimas; 2. Crackrs: É se designa o indivíduo que pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética, para fins de tirar proveito financeiro, utilizando-se de várias modalidades de invasão, dentre as quais o falso e-mail é o maus comum. É um agente criminoso em busca de vítimas; 3. Vítima:

sábado, 29 de junho de 2013

LIÇÕES DEIXADAS PELA TEMPESTADE

TEXTO: Mt. 8.23-27; Mc. 4. 35-41; Lc. 8. 22-25.

INTRODUÇÃO

Costumamos ouvir nas igrejas as histórias milagrosas envolvendo a pessoa de Jesus, chagamos a refletir, às vezes a nos emocionar, porque de certa forma, elas nos causam impactos. Outras vezes elas nos parecem tão distantes de nossa experiência imediata que não nos damos conta das lições que podemos extrair de cada história de milagre.
Como terá sido para aqueles que foram testemunhas oculares desses eventos? Quão profundamente eles não teriam sido tocados na alma ao ver as mãos limpas de Jesus, sem rodeios nem flash de alguma câmera, sem holofotes, untar os olhos do cego com lodo do chão (João 9.6,7) e determinar o milagre!
O mais extraordinário de tudo é que a Bíblia nos permite afirmar que tudo quanto foi escrito tem um propósito (Rm. 15. 4).
Então, quais as lições podem ser extraídas do milagre de Jesus sobre as forças da natureza, narradas por Mateus, Marcos e Lucas?

I. A TEMPESTADE SERVIU PARA REVELAR

Conforme a narrativa, Jesus, após entrar no barco ordenou que fossem para o outro lado. Ele devia estar bastante fatigado depois de mais um dia intenso, logo adormeceu. E eis que de repente surgiu uma grande tempestade de modo que as águas batiam no barco com grande violência e era forte a fúria do vento.

1.1 Por mais que eles soubessem sobre a área na qual transitavam, sempre há algo a aprender

Eles eram familiarizados com aquela parte da Galiléia. Uma região evitada pelos Judeus mais ortodoxos por ser povoada predominantemente por gentios (Mt. 4.15). A distância de um lado a outro do lago, de oeste a leste era de treze quilômetros; de norte a sul era de 21 quilômetros. Por causa de sua situação geográfica aquelas águas calmas podiam de uma hora para outra se transformar em redemoinhos violentos e perigosos, representando um perigo mortal, com formação de ondas de quase dois metros.

1.2 A fragilidade escondida dentro de cada discípulo

A tempestade serviu para evidenciar que não existem supercrentes. Esses mesmos discípulos que compuseram a missão dos setenta e voltaram maravilhados (Lucas 10. 17-19), foram os mesmos que estavam entregues ao total desespero (Mt. 8. 25; Lc. 24).
Todo aquele quadro repentino, a violência do vento, a força das águas, o barco jogado de um lado para o outro, fê-los sentir um medo apavorante! O pensamento dominante era que suas vidas estavam por um triz! O desespero os havia dominado e nada parecia ser mais inquietante do que ver, no meio de todo o alvoroço, Jesus dormindo na popa do barco! Eles não podiam associar tamanho contraste.

1.3 Que o medo pode nos fazer esquecer o que somos

Uma angústia terrível havia tomado conta dos discípulos. Essa angústia foi gerada pelo medo. A altura dos acontecimentos toda a experiência vivida ao lado de Jesus parecia não exercer sobre eles influencia alguma.
1.3.1 o medo que nos paralisa
1.3.2 o medo que nos apavora
1.3.3 o medo que nos neutraliza 
II. SEJA QUAL FOR A SITUAÇÃO NÃO PODEMOS NOS ESQUECER QUEM É QUE ESTÁ NO BARCO

2.1 Quem está no barco se preocupa tanto com tempestade que estava dormindo confortavelmente

VT – Salmos 104. 1-15: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor, Deus meu, como tu és magnificente! Sobrevestido de glória e majestade. 2 Coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina, pões nas águas o vigamento da tua morada. Tomas as nuvens por teu carro, e voas nas asas do vento. Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros labaredas de fogo. Lançaste os fundamentos da terra para que não vacile em tempo nenhum. Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; e as águas ficaram acima das montanhas; à tua repreensão fugiram, à voz do teu trovão bateram em retirada. Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado. Puseste às águas divisa que não ultrapassarão, para que lhes havias preparado (...)

NT - Em João 1. 2-3 está escrito que “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez”; Hebreus, 1.3: “sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder”; Colossenses 1.15-17: “(...) o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 16 porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas”; Apocalipse 1.8: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”.

2.2 Quem estava no barco, para os discípulos, podia  se resumir como o Messias, Filho de David, mas para nós, ELE É DEUS!

CONCLUSÃO

“Onde está a sua fé?”, o questionamento de Jesus a seus discípulos ainda nos confronta nos dias de hoje.
a) Jesus é certeza de que o barco, com Ele a bordo, jamais se afundará.

b) A pesar das circunstâncias, Jesus está no controle de tudo.

sábado, 11 de maio de 2013

O CORDEIRO OS VENCERÁ

TEXTO: Apocalipse 17.14 
"Guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com ele os seus chamados, escolhidos e fiéis".

I. INTRODUÇÃO

O mundo dos Homens, que jaz no maligno (I João 5.19-"Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno") se encaminha para um desfecho previsto nas Escrituras Sagradas, o combate final contra o Cordeiro. Será um momento terrível, sem precedentes na História. O Salmo de número 2. 1-3 deixa isto claro ("Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vàs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas"). 

II. O SEGREDO DO CAMPEÃO INVICTO

O segredo do Cordeiro, Ele é acostumado a vencer!

JESUS venceu a si mesmo (Filipenses 2.5-10)

Jesus venceu o mundo ("...eu venci o mundo". João 16:33)
Jesus venceu o pecado
Jesus venceu a morte
Jesus venceu o inferno
JESUS venceu o maligno

III. O CORDEIRO TEM UM NOME QUE ESTÁ ACIMA DE TODOS OS NOMES

"Foi me dada toda autoridade no céu e na terra" (Mt. 28.18).

CONCLUSÃO

Citação Ap.17.14 - Bíblia Nova Versão Internacional

segunda-feira, 29 de abril de 2013

BRASIL TERÁ ESTATUTO DAS RELIGIÕES



Após quase quatro anos tramitando, o projeto de Lei Geral das Religiões pode finalmente ter um desfecho no Senado. Líderes partidários acordaram um prazo de trinta dias para que três comissões analisem o texto e o enviem ao plenário. Atualmente, ele está parado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa.

O projeto quer garantir a isonomia de direitos a todas as religiões do Brasil. A proposta surgiu depois que o governo brasileiro assinou um acordo com o Vaticano, em 2008, para criar o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no país.

Preocupados com a diferenciação que o Estado estava tentando promover, parlamentares da bancada evangélica fizeram um acordo com o governo para apoiar o projeto na votação feita na Câmara dos Deputados em 2008. O deputado George Hilton (PRB-MG), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, apresentou então, um projeto de lei garantindo os mesmos direitos previstos no estatuto para todas as outras religiões.

O Estatuto da Igreja Católica estabelece normas sobre ensino religioso em escolas públicas, casamento, imunidade tributária para entidades ligadas às religiões, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes. O projeto também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições ligadas às igrejas e templos, o que impede um padre de exigir todos os direitos trabalhistas. Agora, os evangélicos querem os mesmos benefícios para todas as religiões.

“Começamos a articular com o governo porque teria que estender para todas as religiões porque o estado é laico”, disse Hilton. O senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) disse que o projeto é fruto de um acordo com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e com o governo. “À época, foi apresentado como tratado Brasil-Vaticano, mas, quando fomos ver, era para reconhecer o Estatuto Jurídico da Igreja Católica. Então, não é uma questão de Estado. É uma questão de Igreja. Por isso, não era questão de mérito, ainda que tivéssemos algumas divergências. Mas as religiões não podem ser tratadas via tratado”, reclamou Lopes, também pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Segundo ele, que é co-autor do projeto, o acordo era de votar as duas propostas ao mesmo tempo na Câmara e depois no Senado.

No entanto, Lopes reclama que o acordo não foi cumprido quando a proposta chegou ao Senado. “O texto do Estatuto tramitou em pouco mais de 30 dias e foi aprovado. Já o outro projeto está parado nas comissões desde então”, disse em entrevista ao Congresso em Foco.

Para forçar a conclusão do trâmite da proposta, o senador apresentou um requerimento pedindo urgência. Dessa forma, o projeto pularia as etapas das comissões e seria analisada diretamente em Plenário. No entanto, os senadores que estavam presentes resolveram dar mais um mês para a análise da matéria. “Vamos aprovar isso, por uma questão de isonomia. Não é divisão, não é discussão religiosa, apenas queremos igualdade entre todas as crenças. O mesmo que está no tratado Brasil-Igreja Católica, é o mesmo que está na Lei Geral das Religiões”, afirmou.

O texto já foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte e está agora na Comissão de Assuntos Sociais, onde é relatado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Depois, ele ainda terá que ser analisado pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).