ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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quarta-feira, 21 de março de 2012

O VERBO DE DEUS

Texto: João 1.1-3: "No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez."

Introdução

O verbo em si, analisando pelo prisma filosófico, fora em algum tempo, considerado como princípio ativo, ou razão de todas as coisas, o logos que pôs ordem ao caos. O apóstolo João, vivendo num ambiente grego cuja cultura respirava ora o misticismo pré-socrático ora a filosófia dos sofistas entre outras, achou por bem realçar a figura do logos em termos cristocêntrico, não aquele logos concebido pela filosófia, mas o Logo personificado na pessoa santa de Cristo Jesus, o galileu que morreu em Jerusalém e que ressucitou vindo a ser a causa da salvação eterna ("e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem", Hebreus 5.9).

O texto do capítulo primeiro de João no versículo 1º começa afirmando que "no princípio era o Verbo...", considerando que o profeta Isaías afirmou em relação ao Messias que ele é "Deus Forte, Pai da Eternidade" (Isaías 9.6) nos levando a inferir que Jesus é preexistente com o Pai, além de ser Ele mesmo o que deu origem a própria eternidade e que num dado intervado de tempo criou todas as coisas. ("Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam principados, seja potestades, tudo foi criado por Ele e para Ele, Ele é antes de todas as coisas e sem Ele nada do que foi feito se fez", Colossenses 1. 15-17).

No livro de Hebreus, no capítulo primeiro e versículos 1-3 lê-se: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais pelos profetas, nestes últimos dias falou-nos pelo Filho, a quem constitui herdeiro de todas as coisas e por quem também fez o mundo; sendo Ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder...".

Pelo que se observa textualmente, Jesus é incriado, pré-encarnado, préexistente, coexiste com Deus e Ele mesmo é Deus. E essa doutrina tornara-se mais acessível na extensão de sua compreensibilidade para qualquer grego justamente pela abordagem, o Verbo de Deus que ao mesmo tempo era Deus. O mais surpreendente de tudo é que esse mesmo Jesus, excelso, sublime, soberano e grande em força e poder, quando de sua encarnação, "e o Verbo se fez carne", deixou a mais alta lição de humanidade, de amor, de compaixa. E isso Ele provou morrendo num madeiro, assumido no seu corpo a maldição de todos nós, tornando acessível a salvação como o bem mais precioso que alguém pode desejar.

domingo, 13 de novembro de 2011

ARREPENDIMENTO E FÉ

Por Daniel B. Pecota

O arrependimento e a fé são os dois elementos essenciais da conversão. Envolvem uma “virada contra” (o arrependimento) e uma “virada para” (a fé). As palavras primárias, no Antigo Testamento, para expressar a ideia de arrependimento são shuv (“virar para trás”, “voltar”) e nicham (“arrepender-se”, “consolar”). Shuv ocorre mais de cem vezes no sentido teológico, seja quanto ao desviar-se de Deus (1 Sm 15.11; Jr 3.19), seja no sentido de voltar para Deus (Jr 3.7; Os 6.1). A pessoa também pode desviar-se do bem (Ez 18.24,26) ou desviar-se do mal (Is 59.20; 3.19), isto é, arrepender-se. O verbo nicham tem um aspecto emocional que não fica evidente em shuv; mas ambas palavras transmitem a ideia do arrependimento.

O Novo Testamento emprega epistrephô no sentido de “voltar-se” para Deus (At 15.19); 2 Co 3.16) e metanoeô/metanoia para a ideia de “arrependimento” (At 2.38; 17.30; 20.21; Rm 2.4). Utiliza-se de metanoeô para expressar o significado de shuv, que indica uma ênfase à mente e à vontade. Mas também é certo que metanoia, no Novo Testamento, é mais que uma mudança intelectual. Ressalta o fato de uma reviravolta da pessoa inteira, que passa a operar uma mudança fundamental de atitudes básicas.

Embora o arrependimento por si só não possa nos salvar, é impossível ler o Novo Testamento sem tomar consciência da ênfase deste sobre aquele. Deus “anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30). A mensagem inicial de João Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17) e dos apóstolos (At 2.38) era “Arrependei-vos!” Todos devem arrepender-se, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23).

Embora o arrependimento envolva as emoções e o intelecto, é a vontade que está profundamente envolvida. Quanto a isso, basta citarmos como exemplos os dois Herodes. O evangelho de Marcos apresenta o enigma de Herodes Antipas, um déspota imoral que encarcerou João Batista por ter este denunciado o casamento com a esposa de seu irmão Filipe, mas ao mesmo tempo “Herodes temia a João, sabendo que era varão justo e santo” (Mc 6.20). Segundo parece, Herodes acreditava em algum tipo de ressurreição (6.16). Portanto, possuía algum entendimento teológico. Dificilmente poderíamos imaginar que João Batista não lhe tenha proporcionado uma oportunidade de se arrepender.

Paulo confrontou Herodes Agripa II com a própria crença do rei nas declarações proféticas a respeito do Messias, mas o rei não quis ser persuadido a tornar-se cristão (At 26.28). Não quis arrepender-se, embora não negasse a veracidade do que Paulo lhe dizia a respeito de Cristo. Todos nós precisamos dizer, assim como o filho pródigo: “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai” (Lc 15.18). A conversão subentende “voltar-se contra” o pecado, mas igualmente “voltar-se para” Deus. Embora não devamos sugerir uma dicotomia absoluta entre duas ações (pois só quem confia em Deus dá o passo do arrependimento), não está fora de propósito uma distinção. Quando cremos em Deus e confiamos totalmente nEle, voltamo-nos para Ele.
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Fonte: sitio da CPAD Escola Dominical: Texto extraído da obra: “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD.

sábado, 27 de agosto de 2011

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA


Lição 09

"Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo." (2 Coríntios 11.3)

Para falar sobre a preservação da identidade da Igreja, o comentarista da Lição escolheu sabiamente o texto de 2 Coríntios 11.3 reavivando o que aconteceu no Eden e que tal fato deve servir como advertência para nós hoje.

Preservar a identidade, sem arrodeios, significa manter as características originais que definem a Igreja e pelas quais muitos homens e mulheres de Deus deram sua própria vida. Não podemos assumir, é claro, uma posição extremada a ponto de achar que temos que viver alheios as transformações sociais e tecnológicas do mundo, mas, como Igreja, não podemos absorver os valores mundanos como se isso fosse uma evolução do pensamento cristão. É por essa razão que a figura da serpente assume importancia nessa análise.

Primeiro, porque a serpente atua de forma sutil. Hábil, penetrante, envolvente, dissimulada, ela não ataca sem conhecer exatamente o terreno, sem ter estudado calma e meticulosamente a situação. Ela é astuta. Tem aparencia de piedade, negando, contudo, sua eficácia. Quando a Igreja começa a se envolver em coisas que não seja a pregação genuína da palavra de Deus e a prática do evangelho ela pode está na mira da serpente, quando não, já inoculado o veneno pelas suas artérias. O veneno da serpente, aqui representada pelo Diabo, é o pecado que se dilui produzindo vários efeitos entorpecedores: ciúmes, inveja, difamação, sexo fora do casamento, adultério, comércio da palavra de Deus, briga por cargos, escândalos etc.

Segundo, porque a serpente quando atua, sempre deixa marcas. No livro dos Provérbios 30.18-19, o autor diz não saber o caminho da serpente no rocha. Ao passo que, por similitude, o caminho da serpente na areia se sabe pelas marcas deixadas. Assim, a Igreja, quando firmada na Rocha que é Cristo, com seus membros alicerçados na palavra da fé, a serpente não tem como deixar marcas. A advertência do texto de 2 Coríntios 11.3 é, certamente, sobre a necessidade de vigilância constante para que o centro de nossa consciência, que comanda nossos sentidos, não venha de alguma forma ser corrompidos, isto é, sofrer o entorpecimento do veneno da serpente, e que isto, nos apartemos da simplicidade que há em Cristo.

Que Deus nos ajude a preservarmos essa identidade. Boa aula!

sábado, 29 de janeiro de 2011

O MILAGRE DA PORTA FORMOSA


O templo judaico, segundo Flávio Josefo, tinha nove portas, que eram revestidas de ouro e prata em todos os lados, mas havia uma porta, que estava fora da casa santa e era de bronze de Corinto e muito excedia aquelas que eram apenas revestidas de ouro e prata. A magnitude das outras portas era igual em todas. Contudo, a porta de Corinto, que abria para o Oriente, em oposição À porta da própria casa santa, era muito maior, pois sua altura era 50 côvados, isto é, cerca de 25 metros, e era adornada da maneira mais rica, tendo placas mais ricas e mais grossas de prata e ouro que as outras. Esta última é, provavelmente, a porta chamada Formosa, porque era no exterior do templo, para a qual havia fácil acesso e visto que era, evidentemente, a de maior valor.

Um contraste excepcional entre o resplendor ofuscante da Porta Formosa e um pobre homem que era diariamente colocado ali para pedir esmolas aos frequentadores do Templo. O capítulo terceiro de Atos dos Apóstolos obedece a uma dinâmica literária. No versículo 1, Pedro e João estão indo ao Templo na hora nona, as três horas da tarde, para orar. Existe a explicação teológica que situam três momentos de oração ritualistica para o judeu em lugar dos sacrifícios realizados no antigo tempo. Como neste mesmo texto, aparece o pórtico de Salomão, acredito que eles se reuniam neste local para fazerem suas orações não mais como pertencentes aos seguidores legalistas, mas sim como cristãos.

O versículo segundo, diz "era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam". Portanto, não restava dúvida alguma quanto a condição física e social do homem. Era notório tratar-se de um coxo, alguém que traziam uma anormalidade séria que o impossibilitava de andar, tanto é que era trazido por outras pessoas. Note o emprego do verbo: traziam, punham. Era uma deficiência congênita, um problema que nasceu com ele. Veja: "desde o ventre de sua mãe".

Ele viu a Pedro e João (ver. 3) que iam entrando no Templo, quando lhes pediu uma esmola. "E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós." O versículo 4 há uma expectativa sendo gerada no homem coxo. O versículo 5, explica a natureza dessa expectativa: "E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa". É claro que, psicológicamente, o homem não tinha referência anterior que sustentasse a tese de um milagre, não envolvendo Pedro e João. Era uma expectativa de receber no máximo um bom donativo. O que foi logo desarmada diante da oportunidade de um ganho infinitamente maior: "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda". O resultado foi surpreendente e inexplicável do ponto de vista médico-científico: "E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram". Era a realização espontânea de um milagre!

Milagres não ocorrem segundo o mérito de alguém. Eles cumprem finalidades objetivas associadas com o crescimento do Reino de Deus.

a) Milagres acontecem para glória exclusiva de Deus;
b) Milagres acontecem para que a Igreja do Senhor Jesus saiba que Ele está cumprindo o que prometera: "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos!"
c) Milagres acontecem para confirmar a obra de evangelização e crescimento do Reino de Deus.

Não são propriedades de alguma denominação, ou privilégio concedido a um líder religioso específico, mas sim, uma obra do Espírito Santo para beneficio dos que acreditam no poder que há no nome de Jesus.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO NO PENTECOSTES.


Lição 3, 16 de janeiro de 2011.

Texto Bíblico: Atos 2. 1-6,12.

Amanhã as escolas dominicais de todo o Brasil tratará de um tema palpitante: o derramamento do Espírito Santo no Pentecostes. É tema atual porque cremos pela Bíblia e pela experiência pessoal de milhões de irmãos que Deus continua derramando do seu Espírito na vida dos que crêm para promover a edificação e consolação da Igreja, sobretudo, para capacitá-la a fazer a obra de evangelização com poder do alto.

Entendendo o que aconteceu no Pentecostes

O Festival de Pentecostes ou das semanas era tradicionalmente parte das três principais festa anuais judaicas, onde acorriam para Jerusalém judeus que haviam sido disperso por toda a vasta região do Império Romano e até mesmo para além das fronteiras (Ex 23.14-17; 34.18-23).

Pentecostes não é o nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo Testamento (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:

Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse segundo nome. Provavelmente, hag haqasir Festa da Colheita é o nome original (Ex 23.16).

Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).

Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.

Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego assumiu o controle do mundo, em 331 anos antes de Jesus, é provável que o nome Pentecostes ganhou popularidade a partir desse período.

O capítulo 2 de Atos dos Apóstolos relata que "E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar" (v.1). Quem? Os que receberam as instruções expressas pelo próprio Senhor no Monte das Oliveiras. Antes de este ser assunto ao céu: "E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes." (At.1.4). Onde? Obviamente, num cenáculo, onde era possível reunir de 120 a 500 discípulos de Mestre. Quando? Exatamente no final do festival.

No versículo 2.2 vemos "E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados." Foi possível perceberem que a origem do barulho era do céu! Um vento forte e impetuoso invadiu o recinto. E eles, o que faziam no momento? Estavam todos sentados. Esse é o detalhe que quero destacar. Se você tiver compromisso com a verdade das Escrituras ira transmitir exatamente isto para sua classe: "Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos." (Zacarias 4.6).

Eles nem mesmo estavam orando e não há registro de que cantavam. Estavam simplesmente sentados. Obedecendo ao que Jesus lhes havia determinado. O que quero dizer é que muitos movimentos que se dizem pentecostais estão mais preocupados em fazer rituais de batismos com o Espírito Santo levando os fiéis a ficarem afônicos de tanto gritarem e por fim, quando são batizados eles experimentam uma vida fazia de propósitos por não estarem alicerçados na Palavra de Deus, muitos dos quais acabam desviados.

É claro que para ser batizado é preciso crer, buscar em oração, mas também na Palavra de Deus se alicerçar! Quem foi que disse e onde está escrito na Bíblia que para ser batizado com o Espírito Santo é preciso ir além das nossas forças? Seguir rituais estranhos? O versículo 2 deixou claro que o Espírito Santo veio sobre eles naturalmente de forma sobrenatural, ou seja, eles não precisaram extrapolar em nada! Quem batiza é Jesus. João disse "Eu vos batizo com água para arrependimento, mas aquele que vem após mim é mais poderoso que eu. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

A razão do Batismo com o Espírito Santo.

O Apóstolo Pedro afirmou: "Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós". Em outras palavras tudo tem sua razão. E a razão do batismo com o Espírito Santo é cumprir com os objetivos estabelecidos por Deus através do Filho:

1.Ousadia para testemunhar Jesus Cristo (At 1.8,22);
2.Poder para realizar milagres (At 5.1-11);
3.Carisma para ministrar à Igreja (At 6.3,5);
4.Oração em língua para edificação espiritual (1 Co 14.2,4).

Espero ter contribuído positivamente para sua edificação espiritual enquanto professor de escola bíblica de sua congregação. Boa aula.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO NA VIDA DE JESUS
















A Bíblia Sagrada no Antigo Testamento mostra onde foi possível ir através da oração. Orar e ser respondido é a prova de que alguém tem, de fato, ligação com os céus. Elias, Josué, Daniel, Ana eram homens e mulheres de oração. Mas é no Novo Testamento que encontramos o exemplo mais fiel do grau de intimidade cultivado por meio da oração: Jesus.

Jesus viviam constantemente em contato com o Pai em oração. Noites e noites foram por Ele dedicas ao diálogo com Deus. Em Mateus 14.23, Jesus mostra que a solidão muitas vezes é necessária para nos encontrarmos com Deus em oração. "E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só". Porque existe assuntos em nossa vida que precisam ser tratados exclusivamente com Deus. São coisas que só Ele entende. Jesus, desde a sua mais tenra idade soube que não poderia contar com ninguém para dizer aquilo que afligia o mais profundo de sua alma. Mas a Deus, tudo podia ser dito. Ele nos conhece por dentro e por fora e é quem penetra no mais profundo do nosso ser.

Jesus foi quem disse que a oração não dependia de excessos de palavras gramaticalmente corretas. Preciosismos e latinismos não acrescentam nada a oração. Disso os hipócritas entendiam bem. A oração é uma conversa tão pessoal, singela e sincera que o procedimento é descrito pelo próprio Mestre a seus discípulos: "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente" (Mateus 6.6).

Quando você for orar lembre-se disto. Deus quer lhe ouvir, sem rodeios, sem meias palavras... Com toda sinceridade do seu coração. Você irá se surpreender com as coisas em seu redor, com as pessoas, com as maravilhas advindas da parte de Deus por meio da oração.