ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO NA VIDA DE JESUS
















A Bíblia Sagrada no Antigo Testamento mostra onde foi possível ir através da oração. Orar e ser respondido é a prova de que alguém tem, de fato, ligação com os céus. Elias, Josué, Daniel, Ana eram homens e mulheres de oração. Mas é no Novo Testamento que encontramos o exemplo mais fiel do grau de intimidade cultivado por meio da oração: Jesus.

Jesus viviam constantemente em contato com o Pai em oração. Noites e noites foram por Ele dedicas ao diálogo com Deus. Em Mateus 14.23, Jesus mostra que a solidão muitas vezes é necessária para nos encontrarmos com Deus em oração. "E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só". Porque existe assuntos em nossa vida que precisam ser tratados exclusivamente com Deus. São coisas que só Ele entende. Jesus, desde a sua mais tenra idade soube que não poderia contar com ninguém para dizer aquilo que afligia o mais profundo de sua alma. Mas a Deus, tudo podia ser dito. Ele nos conhece por dentro e por fora e é quem penetra no mais profundo do nosso ser.

Jesus foi quem disse que a oração não dependia de excessos de palavras gramaticalmente corretas. Preciosismos e latinismos não acrescentam nada a oração. Disso os hipócritas entendiam bem. A oração é uma conversa tão pessoal, singela e sincera que o procedimento é descrito pelo próprio Mestre a seus discípulos: "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente" (Mateus 6.6).

Quando você for orar lembre-se disto. Deus quer lhe ouvir, sem rodeios, sem meias palavras... Com toda sinceridade do seu coração. Você irá se surpreender com as coisas em seu redor, com as pessoas, com as maravilhas advindas da parte de Deus por meio da oração.

sábado, 20 de novembro de 2010

A ORAÇÃO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO

Lição 8. 21 de novembro de 2010.
Texto Áureo:
"E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus" (Lc 6.12)

Verdade Prática:
A vida de oração de Jesus é um exemplo para todo crente que deseja cultivar um relacionamento íntimo com o Pai e agradá-Lo em tudo.

Leitura Bíblica em Classe:

Evangelho de João, capítulo 17. 1-4; 15-17;20-22.

Versículo 1. Jesus falou essas coisas e, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti. O capítulo 17 de João, para mim é um dos momentos mais sublimes do ministério terrestre, ou como dizia os expositores antigos da Bíblia, "terreal de Jesus". Mas, se há um termo que preciso destacar neste versículo é a parte em que Jesus afirma: "...é chegada a hora!". Isto numa clara demonstração de que para aquele momento foi que Ele veio ao mundo. Aquele momento era singular, era a hora em que o Filho seria glorificado no Pai através do sacrifício na cruz. Sua alma estava angustiada, perplexa com as coisas que podia antever a respeito dEle mesmo (Hb 5.5-8; João 12.27). Um turbilhão de pensamentos complexos borbulhava na mente do Nosso Salvador, mas a imagem de seus discípulos, daqueles homens e mulheres que O acompanhavam era tão nítida, tão forte aquele sentimento de quem não os podia abandonar, não importava o que acontecesse Ele os amava e precisava pedir ao Pai por eles. Versículo 2. assim como lhe desse poder sobre toda carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste. Ao vindicar a glória que tinha com o Pai antes da fundação do mundo (17.24) é evidenciado que a encarnação do Verbo de Deus abriu a porta de acesso à vida eterna (Tito 3.5). E prossegue afirmando o texto do versículo 3: "E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste". No versículo 4, existe a afirmação inequívoca de que Jesus nunca disse algo ou fez ou ensinou sem que tributasse a glória exclusivamente Àquele que O enviou, o Pai ("Eu não recebo glória dos homens!" - João 12.42; "Eu não busco minha glória" - 8.50; "Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo..." - Hb 5.5).
Já no versículo 15, Jesus intercede claramente pedindo ao Pai que nos os tire do mundo, mas que os livre do mal. Quanto a isto não podemos assumir posturas extremadas. Estamos no mundo e por isso não podemos deixar de ter boas relações com nossos colegas de classe da escola ou da universidade, no trabalho, na vizinhança, não podemos assumir uma postura de ermitão vivendo incomunicáveis. A Bíblia chama tal postura de viver ascético. "As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne" (Colossenses 2.23) . Como também, não podemos cair na falácia do mundo gospelinizado, do tipo tudo liberal em amplos sentidos. "Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano (Efésios 4:22). No versículo 16 há o reforço de nossa permanência transitória no mundo e no versículo 17 a expressão exata daquilo que deve acontecer àqueles que, de fato, seguem e pertencem ao Senhor Jesus: eles são santificados na verdade através da palavra de Deus. "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade."

terça-feira, 12 de outubro de 2010

ORAÇÃO: UMA LIÇÃO DIFÍCIL DE ESQUECER



















Já na terceira lição da Escola Bíblica Dominical, com o título de "O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO - O relacionamento do cristão com Deus" não poderia deixar de narrar algo que ouvi como mero espectador, à mesa com a filha do missionário John McCrafth, Esther, que veio da Ingraterra para fazer missões em Patos, sertão da Paraíba.

"Naquela manhã", dizia ela, "estávamos conversando com alguns irmãos e as crianças brincavam no jardim onde havia galinhas. Uma criança acidentalmente pisou num pintinho e o trouxe aflita pedindo que nós orássemos por ela para que Jesus a tornasse. Mas nós a persuadimos a jogar o pintinho no lixo. Dissemos para ela: - O pintinho infelizmente não vive mais, jogue-o no lixo. Aquela criança preferiu acreditar no que tinha aprendido na Igreja, o que pedirmos a Jesus, com fé receberemos. Ele fechou as mãos como uma concha com o pintinho dentro, e orou em poucas palavras para que Jesus desse vida ao bixinho. E, em poucos segundos de silêncio ela se inclinou e colocou o pintinho vivo no solo. Ele correu para a galinha e juntou-se aos demais. Aqueles adultos ficaram aterrados diante daquele milagre que Jesus operara."

Como é difícil orarmos a Deus como uma criança. Sincera, verdadeira. Nossas orações tem sido carregadas de um sensacionalismo emotivo e vazio, cheio de palavras mas escolhidas, mas longe do sentido real de conversar com Deus. Certo teólogo uma vez falou: é melhor orarmos a Deus sem palavras mas com o coração, do que orar com palavras sem um coração. Em síntese, Deus espera que nos acheguemos a ele sem arrodeios, como aquela criança. Ele espera que oremos com coração contrito e sincero, que falemos com ele como um filho ao seu pai. Com reverência, mas sem cerimônias.

Já presenciei um homem orar por alguém que estava terrivelmente enferma. Ele não amplificou a voz, não precisou gritar para que todos da rua percebesse que naquela casa havia um orador, milagreiro ou coisa desse tipo. Ele apenas falou a Deus, reverente e confiante. A mulher ficou naquele momento miraculosamente curada. "E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados." Tiago 5:15