ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

LIÇÃO 7 JOVENS | A DOUTRINA QUE DÁ VIDA E EXPULSA DEMÔNIOS

TEXTO PRINCIPAL |  "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenha com abundância." (Jo. 10.9,10)

RESUMO DA LIÇÃO | A doutrina de Jesus reflete o seu caráter, razão pela qual ela liberta e dá vida aos que creem e a obedecem.

TEXTO BÍBLICO   |   Marcos 1.21-28

²¹ Entraram em Cafarnaum [(Ka^apvaoúp., Kajt£pvao-ú|i; mn: HDD aldeia de Naum). "Cidade situada na costa noroeste do Mar da Galiléia, lar galileu de Jesus (Tenney, 2008); Rev. Hernandes Dias Lopes destaca que "Cafarnaum era a maior e mais populosa das muitas cidades pesqueiras que estavam ao redor do Mar da Galiléia. Essa cidade vivia entre a riqueza e a decadência, visto que era o ponto de apoio das tropas romanas, campo de fértil influência gentílica" (Lopes, 2006).] e, logo [mostra a dinâmica quase que imediata da entrada na cidade] no sábado [é esperado aos judeus, mesmo àqueles recém chegados à cidade, virem para a sinagoga] , indo ele à sinagoga, ali ensinava [Jesus é um pregador que usa pontes para ensinar a Palavra. Jesus usou a sinagoga como lugar estratégico para iniciar o seu ministério de ensino, pois ali o povo estava reunido com o propósito de estudar a Palavra de Deus. Jesus sempre caminhou na direção do povo (Lopes, op.cit.].

²² E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade [autoridade é a capacidade de influenciar outrem, personaliza a legitimidade], e não como os escribas.

²³ E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou,

²⁴ Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.

²⁵ E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele.

²⁶ Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.

²⁷ E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!

²⁸ E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia. 


OBJETIVOS 

  • Compreender a autoridade da doutrina de Cristo;
  • Conscientizar de que a doutrina de Cristo dá vida ao Homem;
  • Saber a respeito da doutrina de Cristo e os demônios.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

LIÇÕES BÍBLICAS JOVENS. CPAD. O Fundamento dos Apóstolos e dos Profetas. A doutrina Bíblica como Base para uma Caminhada Cristã Vitoriosa. 1º Trimestre 2024.

TENNEY, Merrill C. (Organizador Geral). Enciclopédia da Bíblia. Cultura Bíblica. Vol. 1. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

JESUS, A PLENITUDE DE DEUS



I. INTRODUÇÃO


Mais de dois mil anos se passaram e a figura extraordinária de Jesus continua exercendo grande influência na vida de centenas de milhares de pessoas de todas as nações. O que dEle se pode saber está nas Escrituras Sagradas, na Bíblia. Não obstante a torrente de postulações apresentadas pela crítica neotestamentária (não poucas dignas de crédito), a Bíblia, que resistiu a séculos, continua sendo a fonte principal e indispensável. 


Quem dizia ser por Ele mesmo: 1) "Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo." João 4:26; 2) "Eu sou o pão da vida." João 6:48; 3) "E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo." João 8:23; 4) Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou." João 8:58; 5) "Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo." João 9:5; 6) Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas", João 10:7;  7) "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido." João 10:14; 8) "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; João 11:25; 9) Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. João 13:13; 11); 10)"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14:6; 12) "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador." João 15:1; 13) "Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro." Apocalipse 22:13. 

TRANSIÇÃO 

Apenas nestas 13 citações (todas registradas pelo discípulo amado, João, em fins do primeiro século), Jesus afirma ser não apenas um guia religioso com autoridade de profeta situado no contexto de Israel, mas o "Mestre e Senhor", que é ao mesmo tempo a "ressurreição e a vida". Mas, tudo poderia se resumir no plano terreal, se ele não tivesse abalado o mundo de então com a declaração de que "não é deste mundo" e que "antes do grande Patriarca Abraão" existisse, ele já existia.

II DESDOBRAMENTOS DAS AFIRMAÇÕES


"[...] para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome" João 20:31

2.1 O MESSIAS. Em João, no 4º capítulo, Jesus acalma o espírito cansado e aflito de uma mulher samaritana afirmando que o momento chegará em que os adoradores adoração ao Pai em espírito e em verdade [...] Mas ao ouvir a mulher lhe dizer: "Eu sei que o Messias que se chama o Cristo, vem... Jesus afirmou: "Eu o sou, eu que falo contigo!" (Cf.: João 4. 24-26). As implicações decorrentes dessa afirmação produzirão grandes abalos para a liderança judaica.

A palavra hebraica para messias é meshiha que quer dizer "ungido", lembrando o dito pelo profeta Isaías: "E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor", Isaías 11:2; "O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado. E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração", Isaías 61:1-4;

2.2 O PÃO DA VIDA. A fome é o sinal de que o corpo precisa atender uma necessidade essencial à vida: a saciação. Na hierarquia das necessidades essenciais, não há como deixar de se alimentar. Os filhos de Jacó, ouvindo que no Egito havia alimento partiram em busca, porque "a fome era gravíssima na terra" (Gênesis 43:1); os quatro leprosos foram forçados por esta necessidade, entre morrer de fome e ousar entrar na cidade ele tomaram uma decisão (2 Reis 7. 3-4). A fome no Antigo Testamento poderia ser encarada de diversas maneiras, porém, sempre relacionadas à mão de Deus. As inúmeras lições nas quais o povo de Deus tem sido partícipe, demonstraram que esse tipo de privação é um dos mais implacável. "Então ele se levantou, e foi a Sarepta; e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou, e lhe disse: Traze-me, peço-te, num vaso um pouco de água que beba. E, indo ela a trazê-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me agora também um bocado de pão na tua mão. Porém ela disse: Vive o Senhor teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos. E Elias lhe disse: Não temas; vai, faze conforme à tua palavra; porém faze dele primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois farás para ti e para teu filho", (1 Reis 17:10-13).
"Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR", (Amós 8:11).

"Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos", (Jeremias 15:16).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BÍBLIA SAGRADA. Versão Almeida Revisada Corrigida Fiel. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/  Consultada em 21/01; 07/03/2014.

segunda-feira, 21 de março de 2011

AFINAL, QUEM ERA JESUS?

TEXTO: MATEUS 21.10

"E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este?"

INTRODUÇÃO

Primeiro, gostaria de quebrar um paradigma do pensamento cristão responsável por colocar no inconsciente coletivo que o homem de Nazaré era aquela figura trancada em si mesmo, sempre introspectivo, quase intocável. Imaginar um Jesus com essas feições é de espantar em vez de atrair multidões. Se assim fosse, as criancinhas jamais desejariam vê-lo! No entanto, vemo-lo ficar indignado com seus discípulos só porque eles estavam tentando impedir essa aproximação: "Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus" (Mc. 10.14).

Espero que você não fique escandalizado com o que vou lhe dizer: Jesus era homem de festa e via na comida um item importantíssimo de aproximação das pessoas. No evangelho de João, capítulo 4º, Ele é convidado a uma festa de casamento; em Marcos 14.3, Ele está à mesa em casa de Simão, na cidade de Betânia, em Lucas 7.37, Ele lê o pensamento hipócrita dos Fariseus: "Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizeis: Eis aí um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e pecadores."

Logo, Jesus era homem de festa, e no lugar que faltassem comida Ele fazia aparecer! (João 6.9-12).

Mas, a personalidade dEle, o caráter de sua missão eram por demais incompreensíveis, até mesmo por quem de perto o seguia!

I. JESUS VEIO COMO OBJETO DE COLISÃO ENTRE DOIS MUNDOS!

Claro! Quando analisamos o Novo Testamento, precisamente, os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, descobrimos que todas as ações de Jesus, sem excessão, mostram um conflito entre dois mundo, o Reino de Deus, de natureza espiritual e o reino dos homens.

Os valores do reino dos homens são finitos, contraditórios, injustos sob todos os aspectos, pois refletem a natureza própria do Homem gênero.

Os valores do Reino de Deus são eternos, retos e justos por refletirem a natureza do próprio Deus. Foi isto que Jesus veio revelar.

A religião oficial havia perdido o sentido espiritual, absorvida no pragmatismo vazio, iludida no mundo das aparências a ponto de Jesus diagnosticá-la no capítulo 23 de Mateus, versículos do 1º ao 5º.

II. JESUS VEIO MOSTRAR COMO VENCER SEM A IMPOSIÇÃO DE ARMAS!

Qualquer imperador romano entraria na cidade com toda a pompa e honrarias distintas, a frente de seu exército. Mas Ele, entrou em Jerusalém montado numa jumenta, sendo aclamado pela multidão que o acompanhava: "Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!" Isto foi suficiente para causar um enorme alvoroço na cidade!

O que muita gente não sabia é que existe, de fato, uma guerra maior sendo travada e a razão de tudo gira em torno da salvação eterna que representa o livramento definitivo do banimento da presença de Deus. Era um preço de sangue e Jesus entrou pelas portas de Jerusalém triunfantemente não para avançar contra os Romanos como era aspiração de muitos, mas para enfrentar a cruz do Calvário, pois alí, estava a maior de todas as vitórias! Era o cumprimento de Gêneses 3.15: "da semente da mulher nascerá um que esmagará a cabeça da serpente".

III. JESUS NÃO FOI UM REVOLUCIONÁRIO POLÍTICO, MAS UM CONQUISTADOR DE VIDAS!

Alvo de inúmeras investidas mesquinhas por parte dos líderes religiosos da época, que tomados de temor pela longínqua hipótese de perderem o poder de domínio sobre o povo, Jesus não poderia falhar em nenhuma etapa de sua missão. Primeiro, fê-los entender que não veio para destroná-los de suas posições, o tempo haveria de fazê-lo! Não encontramos nenhum discurso de Jesus incitando quaisquer pessoas a irem de encontro a Lei, aos Mandamentos de Moisés, ou até mesmo a insurreição romana. Pelo contrário, ele ensinou a Pedro, "dai a Cesar o que é de Cesar...", até nos impostos ele asseverou que não poderíamos falhar, não como filhos de Deus!

CONCLUSÃO.

É certo que ninguém poderia sondar o gesto de Jesus entrando em Jerusalém para se cumprir o dito dos profetas. Ele sabia exatamente o peso que representava aquele ato. Era a fase final de sua trajetória como o Cordeiro de Deus cuja missão abriria definitivamente a porta de acesso ao Pai, e com isso, legaria para todos nós a salvação eterna por meio de seu sacrifício na cruz.

sábado, 29 de janeiro de 2011

O MILAGRE DA PORTA FORMOSA


O templo judaico, segundo Flávio Josefo, tinha nove portas, que eram revestidas de ouro e prata em todos os lados, mas havia uma porta, que estava fora da casa santa e era de bronze de Corinto e muito excedia aquelas que eram apenas revestidas de ouro e prata. A magnitude das outras portas era igual em todas. Contudo, a porta de Corinto, que abria para o Oriente, em oposição À porta da própria casa santa, era muito maior, pois sua altura era 50 côvados, isto é, cerca de 25 metros, e era adornada da maneira mais rica, tendo placas mais ricas e mais grossas de prata e ouro que as outras. Esta última é, provavelmente, a porta chamada Formosa, porque era no exterior do templo, para a qual havia fácil acesso e visto que era, evidentemente, a de maior valor.

Um contraste excepcional entre o resplendor ofuscante da Porta Formosa e um pobre homem que era diariamente colocado ali para pedir esmolas aos frequentadores do Templo. O capítulo terceiro de Atos dos Apóstolos obedece a uma dinâmica literária. No versículo 1, Pedro e João estão indo ao Templo na hora nona, as três horas da tarde, para orar. Existe a explicação teológica que situam três momentos de oração ritualistica para o judeu em lugar dos sacrifícios realizados no antigo tempo. Como neste mesmo texto, aparece o pórtico de Salomão, acredito que eles se reuniam neste local para fazerem suas orações não mais como pertencentes aos seguidores legalistas, mas sim como cristãos.

O versículo segundo, diz "era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam". Portanto, não restava dúvida alguma quanto a condição física e social do homem. Era notório tratar-se de um coxo, alguém que traziam uma anormalidade séria que o impossibilitava de andar, tanto é que era trazido por outras pessoas. Note o emprego do verbo: traziam, punham. Era uma deficiência congênita, um problema que nasceu com ele. Veja: "desde o ventre de sua mãe".

Ele viu a Pedro e João (ver. 3) que iam entrando no Templo, quando lhes pediu uma esmola. "E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós." O versículo 4 há uma expectativa sendo gerada no homem coxo. O versículo 5, explica a natureza dessa expectativa: "E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa". É claro que, psicológicamente, o homem não tinha referência anterior que sustentasse a tese de um milagre, não envolvendo Pedro e João. Era uma expectativa de receber no máximo um bom donativo. O que foi logo desarmada diante da oportunidade de um ganho infinitamente maior: "E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda". O resultado foi surpreendente e inexplicável do ponto de vista médico-científico: "E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram". Era a realização espontânea de um milagre!

Milagres não ocorrem segundo o mérito de alguém. Eles cumprem finalidades objetivas associadas com o crescimento do Reino de Deus.

a) Milagres acontecem para glória exclusiva de Deus;
b) Milagres acontecem para que a Igreja do Senhor Jesus saiba que Ele está cumprindo o que prometera: "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos!"
c) Milagres acontecem para confirmar a obra de evangelização e crescimento do Reino de Deus.

Não são propriedades de alguma denominação, ou privilégio concedido a um líder religioso específico, mas sim, uma obra do Espírito Santo para beneficio dos que acreditam no poder que há no nome de Jesus.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO NA VIDA DO CRENTE

"Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno" (Hebreus 4.16)

Verdade Prática: O crente em Jesus desenvolve o seu relacionamento com Deus e a fé cristã por meio da oração constante, confiante e disciplinada.

Leitura Bíblica: Filipenses 4.4-9.

A igreja que estava na cidade de Filipos recebeu de Paulo a gratidão de haver sido uma das que demonstrou liberalidade fraternal e agora, fora lhe dirigida esta palavra de fortalecimento e maturação espirituais. No versículo 4 "regozijai-vos, sempre, no Senhor", Paulo exorta aos fiéis a alegrarem-se não de maneira fortuita, superficial e que dependa de sentimentos transitórios, passageiros. A vontade de Deus em Cristo Jesus é que nos alegremos nEle, e que nossa alegria seja completa (ver João 15.11). Esta verdade deveria está tão impregnada na vida e prática dos cristãos que ele reforça "... outra vez vos digo: "regozijai-vos". Regozijo é uma mistura de prazer com alegria e contentamento satisfatórios. Não é o esboço ou o arquétipo Junguiano, uma espécie de fanático que vivi rindo pelos cantos alheio a quaisquer motivos. É uma alegria nascida de uma compreensão do real, do vivido e estreito relacionamento que tem os crentes com o Senhor Jesus.

JB Nunes

terça-feira, 12 de outubro de 2010

ORAÇÃO: UMA LIÇÃO DIFÍCIL DE ESQUECER



















Já na terceira lição da Escola Bíblica Dominical, com o título de "O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO - O relacionamento do cristão com Deus" não poderia deixar de narrar algo que ouvi como mero espectador, à mesa com a filha do missionário John McCrafth, Esther, que veio da Ingraterra para fazer missões em Patos, sertão da Paraíba.

"Naquela manhã", dizia ela, "estávamos conversando com alguns irmãos e as crianças brincavam no jardim onde havia galinhas. Uma criança acidentalmente pisou num pintinho e o trouxe aflita pedindo que nós orássemos por ela para que Jesus a tornasse. Mas nós a persuadimos a jogar o pintinho no lixo. Dissemos para ela: - O pintinho infelizmente não vive mais, jogue-o no lixo. Aquela criança preferiu acreditar no que tinha aprendido na Igreja, o que pedirmos a Jesus, com fé receberemos. Ele fechou as mãos como uma concha com o pintinho dentro, e orou em poucas palavras para que Jesus desse vida ao bixinho. E, em poucos segundos de silêncio ela se inclinou e colocou o pintinho vivo no solo. Ele correu para a galinha e juntou-se aos demais. Aqueles adultos ficaram aterrados diante daquele milagre que Jesus operara."

Como é difícil orarmos a Deus como uma criança. Sincera, verdadeira. Nossas orações tem sido carregadas de um sensacionalismo emotivo e vazio, cheio de palavras mas escolhidas, mas longe do sentido real de conversar com Deus. Certo teólogo uma vez falou: é melhor orarmos a Deus sem palavras mas com o coração, do que orar com palavras sem um coração. Em síntese, Deus espera que nos acheguemos a ele sem arrodeios, como aquela criança. Ele espera que oremos com coração contrito e sincero, que falemos com ele como um filho ao seu pai. Com reverência, mas sem cerimônias.

Já presenciei um homem orar por alguém que estava terrivelmente enferma. Ele não amplificou a voz, não precisou gritar para que todos da rua percebesse que naquela casa havia um orador, milagreiro ou coisa desse tipo. Ele apenas falou a Deus, reverente e confiante. A mulher ficou naquele momento miraculosamente curada. "E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados." Tiago 5:15