ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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domingo, 22 de julho de 2012

SUPERANDO O TRAUMA DA VIOLÊNCIA SOCIAL


TEXTO ÁUREO: Gênesis 6.11
VERDADE PRÁTICA: A Igreja deve acolher com todo amor e hospitalidade, toda pessoa vítima de violência.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gênesis 6. 5-12.
I. INTRODUÇÃO
A violência é um conceito multidimensional, pode se dá em níveis pessoal, intrapessoal e interpessoal. Pode se manifestar de forma local, regional e/ou global. Quanto a natureza a violência pode ser de ordem espiritual, social e conjuntural.
II. ORIGEM E CAUSA DA VIOLÊNCIA
A Bíblia situa a origem da violência como conseqüência do pecado (Gn. 6.4-12; Jo. 8.32).
III. A VIOLÊNCIA NO MUNDO ATUAL
3.1 Concentração urbana; 3.2 Narcotráfico; 3.3 Disputa territoriais
IV. A VIOLÊNCIA DEIXA MARCAS
O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento.  O trauma consegue produzir pessoas amargas e complexadas (Sl. 143.11; 2 Co.10.4-5)) Complexo de inferioridade; de autopiedade; de rejeição; de derrotismo etc.
a) a Igreja é o lugar da cura (Is. 43.25; Ef. 4.2)
b) o amor é o remédio mais eficaz (Hb 10.24)
c) a comunhão intensa é cicatrizante (Ef. 3.17)
CONCLUSÃO

Acesse: escoladominicalrevista.blogspot.com

sábado, 26 de maio de 2012

A IGREJA DE LAODICÉIA



TEXTO: Apocalipse 3. 14-22.

I. INTRODUÇÃO:

Dentre as setes igrejas para as quais fora endereçada a mensagem de JESUS por intermédio de João (Ap. 1.1-2), Laudicéia se destaca negativamente como, para quem admite uma interpretação dispensacionista, o modelo de igreja dos tempos do fim. É o tipo de igreja marcada pelo intenso ativismo urbano do mundo moderno, o mundo do flash, da relação superficial e mercantil, da coisificação do ser, do distanciamento do Deus vivo e verdadeiro.

Não sem razão que Paulo trabalhou arduamente pela igreja Colossos, e principalmente pela de Laudicéia: "Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia", Colossenses 2:1. O apóstolo se preocupou com ênfase especial na base doutrinária de Laidicéia, tendo escrito uma carta que deveria circular por aquela igreja, e o mesmo conteúdo deveria ser lido em Colossos também (Cl. 4.16). 

As cidades de Laodicéia, Colossos e Hierápolis (Colossenses 4:13) ficavam no vale do rio Lico. Laodicéia situava-se no local da cidade moderna de Denizli, Turquia, no cruzamento de estradas principais da Ásia Menor. Antigamente, a água da cidade vinha, via aquedutos, das fontes termais ao sul da cidade. Até chegar em Laodicéia, a água ficava morna. A qualidade dela não era boa, e a cidade ganhou a reputação de ter água não potável. Ao engolir esta água, muitas pessoas vomitavam.

II. CARACTERÍSTICAS DE LAODICÉIA

A igreja de Laodicéia absorveu o modelo do sistema mundano de viver. "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre."
(1 João 2:15-17).

2.1 Falsa comunhão

Tem-se comunhão quando se cristaliza uma identidade comum aos membros de determinada grei (Atos 2.42; 1 João 1.7). A mensagem é Cristocentrica, direta, objetiva, sem rodeios, sem amarras: "Salvai-vos desta geração perversa." (Atos 2:40).

A verdadeira comunhão gera em nossos corações o sentimento de interdependência, não importando o status social ou outra qualquer diferenciação. "Eu preciso de você, você precisa de mim, nós precisamos de Cristo até o fim, sem parar, sem vacilar..."

Os crentes laodicenses se ufanavam atolados em seus próprios egocentrismos excentricos. "Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta", Apocalipse 3:17. É um sentimento materialista e egoísta. Autosuciencia foi a mentira mais bem elaborada de Satanás para nos distanciar de Deus. Às vezes ajudas substanciais de gente que pensa assim, são aceitas com louvores nas igrejas, porque no momento é mais fácil dobrar-se a valores do que ao tipo de pessoa que contribui. Isso tem feito calar a boca de muitos profetas que não podem mais pregar a genuína palavra de Deus nem tocar em determinados assuntos nos púlpitos!

2.2 Falsa adoração

Os crentes laodicenses se julgavam tão autosuficientes que a doração ao Senhor era sufocada pela conduta mundana claramente expressa. Eles não sabiam, mas estavam pobres, cegos e nus espiritualmente. Vidas ocas, sem conteúdo.

O orgulho dos discípulos de Laodicéia os cegou ao ponto de não enxergarem os seus problemas. Eles se achavam fortes e independentes, mas Jesus viu o estado real de uma igreja fraca, cega e infrutífera. A cidade de Laodicéia sofreu um terremoto em 60 d.C. e foi reedificada com recursos próprios, sem auxílio do governo romano. Parece que a igreja sentia a mesma atitude de auto-suficiência, perigosíssima num rebanho de ovelhas que precisa seguir o seu Bom Pastor! Numa cidade conhecida por tratamentos de olhos, a igreja se tornou cega e não procurou o tratamento do Grande Médico. Precisavam da humildade dos publicanos e pecadores (Lucas 5:31-32). Numa cidade que produzia roupas de lã, a igreja andava nua, sem a vestimenta de justiça oferecida por seu Senhor (2 Coríntios 5:3; Colossenses 3:9-10).
 Eles se achavam fortes e independentes, mas Jesus viu o estado real de uma igreja fraca, cega e infrutífera. A cidade de Laodicéia sofreu um terremoto em 60 d.C. e foi reedificada com recursos próprios, sem auxílio do governo romano. Numa cidade conhecida por tratamentos de olhos, a igreja se tornou cega e não procurou o tratamento do Grande Médico. Precisavam da humildade dos publicanos e pecadores (Lucas 5:31-32). Numa cidade que produzia roupas de lã, a igreja andava nua, sem a vestimenta de justiça oferecida por seu Senhor (2 Coríntios 5:3; Colossenses 3:9-10).

CONCLUSÃO

Jesus Cristo se apresenta nesta e nas outras cartas de Apocalipse como o modelo para qualquer pessoa que queira alcansar a vitória sobre o mal, a tentação e a apatia comum nesses últimos dias.

Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono: Os vencedores terão o privilégio de reinar com Cristo (veja 2:26-27; 20:4). Tal honra não seria para os orgulhosos e auto-suficientes, mas para os humildes e obedientes. Jesus foi obediente ao Pai aqui na terra para ser exaltado ao lado dele no céu (Filipenses 2:8-9). "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas".
(Apocalipse 3:22).

sábado, 3 de setembro de 2011

A ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA

TEXTO ÁUREO: "[...] Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer..." Mt. 25.34-36.

VERDADE PRÁTICA: A Bíblia recomenda que sejamos zelosos também no auxílio aos carentes e necessitados, pois a mensagem do Evangelho contempla o ser humano integralmente.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Isaías 58.6-8, 10, 11; Tiago 2.14-17.

COMENTÁRIO ADICIONAL

Quando me deparo com temas como este A ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA é fácil perceber o quanto estamos atrasados numa das principais doutrinas da Igreja, o amparo humanitário. Jesus deixou claro que há uma herança a ser reclamada por quem de direito e essa herança está garantida desde a fundação do mundo. Os benditos do Pai terão acesso à herança. E quem são os tais benditos do Pai? Aqueles que praticaram a fé presentificada nas obras: "Tive fome e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me".

O crente não pode viver apenas e exclusivamente reduzido, limitado a quatro paredes dos templos, num ritual cíclico, rotineiro, sempre a mesma coisa. É preciso transpor os limites do templo e na medida em que saímos para evangelizar, praticamos a obra social, não no prisma dos departamentos de marketing das empresas que vêem a responsabilidade social como uma forma de se mostrar boazinha perante os olhos da sociedade. Mas como um compromisso legado pelo próprio Jesus!

Atualmente, para quem não sabe ainda, existe uma abertura governamental, dada as novas configurações do Código Civil, que contempla as igrejas que lidam com ações de relevância social, e eu não estou me referindo a ações do tipo corte de cabelo de graça ou coisa parecida. Eu estou falando de capacidade de mobilização. As competências que estão dentro da igreja, advogados, psicólogos, odontólogos, educadores infantis, médicos nas mais diversas especialidades, enfim, constituem-se no material eficaz do projeto social, capaz de fazer efeito duradouro no âmbito das comunidades, levando capacitação profissional, saúde preventiva, cursos profissionalizantes e muito mais, o evangelho pleno!

Mas nós, na grande maioria sequer, sabemos o potencial que temos. Nos bancos de nossas igrejas estão sentados irmãos e irmães que mal sabem cantar ou pregar para uma platéia como fazem a turma do "ré-pré-pré", mas têm doutorado em alguma especialidade, desenvolvem projetos importantes em várias áreas, tem o network com autoridades da administração pública que podem abrir portas para uso de equipamentos e recursos nesses projetos. Mas não sabemos enxergar essas potencialidades!

Não temos capacidade mobilizadora! Nas nossas festas não temos o hábito de convidar pessoalmente a médica da Unidade de Saúde do Bairro, os membros do PSF, o Agente de Saúde que visitam nossas casas, o presidente da Associação de Moradores do Bairro, por aí já dá para perceber quão difícil se torna até para começar qualquer trabalho na própria comunidade. A igreja não está sendo vista como deveria uma agência do Céu, cujo Dono dessa agência se preocupa não somente com o nosso bem-estar espiritual, mas também com todos os aspectos que fazem do Homem um ser integral.



sábado, 27 de agosto de 2011

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA


Lição 09

"Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo." (2 Coríntios 11.3)

Para falar sobre a preservação da identidade da Igreja, o comentarista da Lição escolheu sabiamente o texto de 2 Coríntios 11.3 reavivando o que aconteceu no Eden e que tal fato deve servir como advertência para nós hoje.

Preservar a identidade, sem arrodeios, significa manter as características originais que definem a Igreja e pelas quais muitos homens e mulheres de Deus deram sua própria vida. Não podemos assumir, é claro, uma posição extremada a ponto de achar que temos que viver alheios as transformações sociais e tecnológicas do mundo, mas, como Igreja, não podemos absorver os valores mundanos como se isso fosse uma evolução do pensamento cristão. É por essa razão que a figura da serpente assume importancia nessa análise.

Primeiro, porque a serpente atua de forma sutil. Hábil, penetrante, envolvente, dissimulada, ela não ataca sem conhecer exatamente o terreno, sem ter estudado calma e meticulosamente a situação. Ela é astuta. Tem aparencia de piedade, negando, contudo, sua eficácia. Quando a Igreja começa a se envolver em coisas que não seja a pregação genuína da palavra de Deus e a prática do evangelho ela pode está na mira da serpente, quando não, já inoculado o veneno pelas suas artérias. O veneno da serpente, aqui representada pelo Diabo, é o pecado que se dilui produzindo vários efeitos entorpecedores: ciúmes, inveja, difamação, sexo fora do casamento, adultério, comércio da palavra de Deus, briga por cargos, escândalos etc.

Segundo, porque a serpente quando atua, sempre deixa marcas. No livro dos Provérbios 30.18-19, o autor diz não saber o caminho da serpente no rocha. Ao passo que, por similitude, o caminho da serpente na areia se sabe pelas marcas deixadas. Assim, a Igreja, quando firmada na Rocha que é Cristo, com seus membros alicerçados na palavra da fé, a serpente não tem como deixar marcas. A advertência do texto de 2 Coríntios 11.3 é, certamente, sobre a necessidade de vigilância constante para que o centro de nossa consciência, que comanda nossos sentidos, não venha de alguma forma ser corrompidos, isto é, sofrer o entorpecimento do veneno da serpente, e que isto, nos apartemos da simplicidade que há em Cristo.

Que Deus nos ajude a preservarmos essa identidade. Boa aula!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

QUANDO A IGREJA DE DEUS É PERSEGUIDA

Lição 07
TEXTO ÁUREO: "Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa." (Mateus 5.11)

VERDADE PRÁTICA
Apesar das perseguições contra a igreja de CRISTO, o evangelho torna-se, a cada dia, mais universal e influente. Nenhuma perseguição haverá de deter o avanço da igreja.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Atos 8.1-8.

1 - E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se, naquele dia, uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersas pelas terras da Judéia e da Samaria, exceto os apóstolos. 2 - E uns varões piedosos foram enterrar Estêvão e fizeram sobre ele grande pranto. 3 - E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os I encerrava na prisão. 4 - Mas os que andavam dispersas iam por toda parte anunciando a palavra. 5 - E, descendo Filipe à cidade de Samaria, Ihes pregava a CRISTO. 6 - E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, 7 - pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. 8 - E havia grande alegria naquela cidade.

Este breve parágrafo termina. a história de Estêvão ao mencionar o seu enterro, mas, sobretudo, prepara o caminho para o desenvolvimento da narrativa ao indicar como a morte de Estêvão levou à dispersão dos cristãos e à conseqüente divulgação do evangelho "(8:4-40; 11 :19-30); e, também, ao sublinhar o nome de Saulo, o perseguidor da igreja, prepara os leitores para a maravilha de sua reviravolta (9 :1-31). As várias lições vinculam-se de modo não muito estreito: os eventos no v. 2 provavelmente antecederam os do v. 1', e o v. 3 é realmente uma expansão do v. 1, talvez deliberadamente retido para fazer forte contraste com o v. 2.


segunda-feira, 22 de março de 2010

SOLENES ADVERTÊNCIAS PASTORAIS LIÇÃO 13


Lição de 28 de março de 2010

TEXTO BÍBLICO: 2 Coríntios 12.19-21;13.5,8-11

Texto Áureo:
"Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos." (2 Co 13.5a)

Verdade Prática:
Uma das responsabilidades pastorais é disciplinar a igreja com amor, a fim de que esta desenvolva-se espiritualmente sadia.


INTRODUÇÃO
Palavras chaves: autoexame, disciplina na igreja


Enfim, chegamos à última lição, onde estivemos discorrendo sobre os princípios de liderança cristã presentes na vida e obra do apostolo dos gentios.

Um dos aspectos mais difíceis da liderança cristã, da administração pastoral é a disciplina. Mas uma vez, é oportuno citar o que um dos brilhantes expositores da biografia paulina falou: "Uma das responsabilidades desagradáveis do dirigente cristão é a de exercer uma disciplina piedosa. Se os padrões bíblicos e um sadio tom moral e espiritual devem se mantidos numa igreja ou em qualquer organização cristã, às será necessario uma disciplina amoravel e restauradora. É este especialmente o caso em se tratando de erros doutrinários ou falhas morais. Em suas cartas, Paulo exorta quanto ao exercício da disciplina e ele mesmo dá o exemplo." (SANDER, J. Oswald. in Paulo, o lider. Uma visão para a liderança cristã hodierna. Ed. Vida, SP: 1992).

I. PREOCUPAÇÕES PASTORAIS DE PAULO (12.19-21)

1.1 Defender seu apostolado em Cristo (v.19)
O versículo 19 é enfatico, direto e objetivo quando vem arguir, censurando a postura dos corintios como se a razão fundamental que ligara Paulo àquela igreja tivesse sido outra que não a edificação espiritual da mesma. "Falamos em Cristo, perante Deus, e tudo isto, ó amados, para vossa edificação." Que eles não esperassem outra postura de Paulo diante de tudo que estava patente na igreja. Esse é o desafio da ação pastoral: ser amavel e de entranhavel afeto, mas na hora da disciplina, ser - piedosamente - inflexível. "Mas se estás sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos e não filhos..." (Hb 12.8); "Eu [Jesus] repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso e arrepende-te." (Apocalipse 3.19).

1.2 O temor de Paulo em relação à igreja de Corinto (v.20)
"Porque receio que, quando chegar, vos não ache como eu quereria, e eu seja achado de vós como não quereriaeis, e que de alguma maneira haja pendências, invejas, iras, porfias, detrações, mexericos, orgulhos, tumultos..."(v.20). Essas falhas presentes na igreja de Corinto, objeto da preocupação de Paulo, eram sintomáticas e crônicas a ponto de, sem disciplina, comprometer todo o rebanho. São os sintomas do ego inflado de alguns que "se afastaram da simplicidade que há em Cristo" (2 Co 11.3). Paulo, como um lider comprometido com a palavra de Deus não poderia negligenciar o momento decisivo para usar de sua autoridade de forma incisiva.

1.3 A situação da igreja de Continto (v.20,21)
CONTINUA...