ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

O SENTIDO DA GRATIDÃO

TEXTO: Salmos 116.12 - "Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?"

INTRODUÇÃO

Alguém um dia falou que a gratidão nos faz enxergar situações com profundidade. Ser grato, além do reconhecimento de um ato ou gesto que nos foi feito, que nos trouxe benefícios na maioria das vezes, sem merecermos, é uma questão de olhar. Um olhar sincero.

A gratidão depende de quem olha. Quem tem um olhar agradecido é capaz de ver nas pequenas coisas milagres extraordinários que Deus nos faz e que é naturalmente ignorado pela maioria das pessoas.

Somos humanamente propensos a esquecer aqueles que nos fazem o bem, quanto mais Deus, que tanto bem têm nos feito.

A gratidão é questão de maturidade. Não podemos esperar jamais que um bebê agradeça a mãe pelo cuidado e carinho recebidos. Mas, quando crescemos somos capazes de reconhecer tudo que nos é feito. Devemos desenvolver também essa capacidade para ser gratos a Deus por tudo.

Devemos ser gratos ao Altíssimo como o salmista: "Amo ao Senhor, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica" (Sl 116.1). Quando estamos fragilizados por algum infortúnio, vulnerabilizados por uma calamidade, ou a iminência de uma ameaça mortal nos vem angustiar a alma, podemos sentir a terna presença de Deus, e sua disposição para nos ouvir quando gritarmos por socorro. Glória a Deus por isso! Ainda que turbulências de ventos soprassem violentamente contra nós, há um Deus que sempre nos acalmará com estas palavras: "Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus!" (Sl 46.10).

Devemos ser gratos a Deus, por saber que Ele se inclina para nos ouvir sempre que o invocarmos (Sl. 116.2). Em meio a 7 bilhões de pessoas no Planeta, Ele distingue claramente a súplica de cada um dos que o invocam. Ele conhece e sabe o nome de cada estrela do céu (Sl 147.4), mesmo que elas sejam milhares de milhares, Ele as conta e as chama a cada uma pelo nome, quanto mais a mim e você, Ele nos conhece muito mais.

(Salmos 116:3,4) - Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza. Então invoquei o nome do SENHOR, dizendo: Ó SENHOR, livra a minha alma. Essa situação desesperadora nós também estamos passíveis de sofrer, contudo, Deus sempre estará atento ao clamor do justo: "Invoca-me no dia da angustia, eu te livrarei e tu me glorificarás" (Sl 50.15).

O Salmista era grato a Deus por que Ele o livrou de laços de mortes, de aflições que lhe trouxeram muita tristeza e angustia, porém, foi exatamente nesse momento difícil que Deus trouxe o alívio! É por essa razão que o mesmo salmista pergunta, numa atitude de gratidão: "Que darei ao Senhor por todos os benefícios que ele me tem feito?"

Na verdade não há nada de bom que possamos fazer para "pagar" o que Deus tem feito por nós, por cada um de nós. Porque por mais que façamos nunca iremos poder retribuir os benefícios de Deus para nossa vida. "É ele quem perdoa todas as nossas iniquidades, quem redime nossa vida da perdição, quem nos coroa de benignidade de sorte que a nossa mocidade se renova como a da águia, é Ele quem sara todas as nossas enfermidades (...), (Salmos 103).

Mas, se numa atitude de adoração a Deus, de reverência e reconhecimento de Seu senhorio sobre as nossas vidas, tomarmos o cálice da salvação e invocarmos o nome do SENHOR (Sl 116.13), então, nosso sacrifício de louvor será aceito, e a gratidão irá transformar nossa vida numa fonte de alegria e nunca mais teremos motivos para dar lugar a murmurações, por isso, sejamos sempre gratos a Deus por tudo!

Agradeço-te Senhor, porque mesmo nos momentos mais difíceis de minha vida, nas noites que pareciam não ter fim, Tu sempre estás comigo e nunca me deixas só. E ainda que cordéis de morte me venham cercar, e a angustia queira tirar minha paz, mas Tu permaneces comigo, e isso me basta, por isso, agradeço-te.


sábado, 20 de março de 2010

SUBSIDIO LIÇÃO 12: VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR

A MINHA GRAÇA TE BASTA

É impressionante como as experiências espirituais de Paulo se fazem acompanhar por sofrimentos nas mais diversas ordens.

"E para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar. A cerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça de basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injurias, nas necessidades, nas perseguições, nas angustias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte." (2 Coríntios 12. 7-10).

Primeiro do que tudo, gostaria de acalmar os ânimos dos psicologos e psicanalistas de plantão, dizendo que Paulo não era nenhum magalomaníaco masoquista, ou seja, alguém com mania patológica de grandeza, que sente prazer no próprio sofrimento. Não é o caso. Dito isto, podemos tentar nos aprofundar no texto supra citado, embora reconheçamos que não seja tarefa fácil como bem reconhecia o Apostolo Pedro ao dizer: "Falando disto, como em todas as epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender..." (2 Pedro 3.16).

Notadamente Paulo foi estranhamente reticente quanto a que tipo de espinho se referia, se era algo em nível mental, ou se era na área fisica, o fato é que as revelações teria sido tão profundas que Deus sabia que isso poderia insuflar o ego do Apóstolo e poria em risco sua missão. Então fez com que o espinho na carne surtisse um efeito de ponto de equilíbrio para que ele não se exaltasse ou se deixasse ser objeto de exaltação. Somos gratos a Deus por usar Paulo para nos ensinar um importante princípio: "a graça de Deus nos basta".